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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Tempo para o blog


Ando fora, desaparecida do meu blog. As redes sociais, entre outras coisas, acabaram por sugar o meu tempo livre e a minha disposição para além do que alguma vez poderia ter pensado. 2010 será um ano de afirmação e consolidação em muitos campos...o mundosarita será um deles. 2009 tem sido um ano de muitas mudanças e alguma estafa.
Numa nova cidade vou morar, uma nova realidade pessoal vou viver e por uma nova condição profissional vou trabalhar...venha 2010!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Será que se pode viver eternamente apaixonado pela vida?

Em resposta a uma questão colocada pela minha mana Sandra no facebook, a qual deu espaço para muita reflexão e por não encontrar espaço físico ou virtual nesse dito canal, para lá expor a minha interiorização, aqui no meu cantinho preferido, na minha blogosfera, deixo a resposta à pertinente interrogação lançada pela minha maninha.

"A paixão que sentimos pela vida é um estado oscilante e que por vezes entra em contradição. Quem vive por ela naturalmente apaixonado tem a capacidade de, nos momentos mais difíceis, encontrar âncoras e alavancas para de novo despoletar a paixão que vem sentindo por aquilo que o rodeia. A vida é realmente apaixonante, é incrível o que durante a mesma nos vimos obrigados a passar e como esta nos obriga a agir. Os momentos de introspecção são fundamentais para que essa paixão consumida pela vida não se esfume, porque os obstáculos que nela encontramos por vezes são muito dolorosos e podem provocar graves danos no nosso interior e mexer com a nossa força anímica. Mas se preservarmos a nossa essência, amor próprio, assim como periodicamente dedicarmos algum do nosso tempo a um balanço daquilo que fomos e fizemos no seu decurso, reajustando agulhas se necessário, se cuidarmos da nossa auto-estima e mantivermos aquilo que nos dá prazer, os chamados pequenos prazeres da vida, acredito que a paixão que sempre tivemos pela vida nos acompanhará até se dar uma intervenção divina. Mas a verdade é que as estruturas que regulam a felicidade que sentimos por viver podem ser abaladas, existem factores externos e mesmo mecanismos internos que não controlamos. É aqui que a paixão pela vida entra em contradição...mas nem sequer sei se também esse estado será uma constante. Acredito que vivemos num exercício constante em busca do equilíbrio das várias áreas da vida, nomeadamente da própria vida.”

sexta-feira, 15 de maio de 2009

A máscara

O cair da máscara revela algo, uma realidade até agora escondida, uma realidade presa, guardada. Máscaras existem em muitos formatos e modelos para todas as situações da nossa vida, umas impostas, outras livremente escolhidas e ainda existem aquelas que por divertimento as colocamos e vivemos. Mas existem máscaras que assumimos por obrigação, que nos fazem sofrer, soar, desconfortáveis e que das quais temos a ambição, a vontade de nos descartar. Máscaras que nos provocam dor, que não se ajustam ao nosso perfil, máscaras que não nos deixam libertar aquilo que queremos mostrar. Mas temos de as usar. Por um período curto, talvez, quem sabe? Mas enquanto elas permanecem vivemos constragidos, oprimidos, reprimidos...

Quando essa máscara cair tudo será revelado, uma nova luz será liberta...a verdade tomará vida!

terça-feira, 21 de abril de 2009

Pela manhã...

Pela manhã...pela manhã começa o dia de quase todos nós, uns mais cedo, outros um bocadinho depois, uns com maior agilidade que outros e outros com muita dificuldade. Pela manhã se inicia o dia de alguns que pagavam para não o começar. Pela manhã é quando a caminha sabe melhor e a preguiça se encontra no seu máximo. Pela manhã devíamos todos ficar na cama a fingir que dormimos e só depois, quando já o pela manhã não tivesse tanto significado, nos daríamos ao esforço de verticalizar o nosso esqueleto. Pela manhã é tudo muito rude, muito esforçado, muito difícil...pela manhã o Tico e o Teco ainda dormem agarradinhos às suas avelãs, pela manhã o orvalho ainda se faz sentir na rua...

Ultimamente o meu pela manhã é um filme de terror, às vezes sinto como se tivesse sido atropelada por um camião...pela manhã está a ser muito difícil despertar. Lá me obrigam a acordar, a mexer o corpinho e os meus delicados neurónios a reagir, mas a minha vontade é mandar o "pela manhã" às urtigas e manter-me nos vale dos lençóis como se ainda fosse noite cerrada.

Pela manhã...será um assunto a trabalhar no futuro...melhorar a sua perspectiva e a forma de o encarar é a próxima meta. O “pela manhã” deverá passar a ser um termo alegre, vivo e que reporte a muita energia e bons momentos!

Facebookismo


Viva o Facebook... 200 milhões dele já fazem parte...Viva o Facebook, que me permitiu reencontrar as minhas amigas do Colégio do Bom Sucesso, das quais perdi o contacto e agora passaram a estar à distância de um clik. Viva o Facebook por minimizar a distância daqueles de quem gosto e dos quais me separam muitos km. Viva o Facebook por nos permitir manter o contacto, trocar mensagens e outras coisas mais sem nos cobrar por isso. Viva o Facebook por nos dar a conhecer novas pessoas, novos interesses e por nos deixar partilhar tudo o que nos apetece sem dedo de censura. Viva o Facebook por nos fazer perder a noção do tempo, mesmo nos momentos em que não devíamos estar distraídos...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Flor de Alecrim


Sinto a Primavera a chegar! Não sou andorinha, mas gostava de ser...

Há minutos fui ao terraço e senti uma energia primaveril. A azáfama dos pássaros está diferente, parecem mais enérgicos...será do sol que se faz sentir há dois dias?

O mar visto daqui está luminoso, quase incandescente...o farol do bugio, que domina a vista aqui do ponto onde todos os dias me sento em frente ao PC para trabalhar, está ainda mais encantador.

O meu alecrim está a dar flor...uma flor linda! Quando fui ao terraço andava por lá um Zilhão a namoriscar a flor lilás do meu alecrim...numa dança doce e equilibrada. A flor despertou. Agora o chamamento dengoso do seu aroma enfeitiça os seres voadores que junto dela se vêm satisfazer e por ela se perdem de amores. Como eu gostava de ser essa flor...

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Divagação metafísica...

Por muitas voltas que se dêem à procura de uma solução que menos danos possa causar a terceiros, é inevitavelmente que o caminho tomado deixe marcas, umas quantas feridas que serão necessárias tratar com o tempo. Mas depois de saradas as feridas, todos estaremos prontos para enfrentar as novas batalhas da vida...ou as novas realidades que nos esperam.

Existirá um caminho certo a percorrer? Não acredito nessa linearidade de conceito, pois a complexidade da vida e do cosmos é demasiada para que se possa resumir a caminhos certos. A riqueza da nossa existência está na experimentação e nas lições que tiramos dessas experiências, por mais errantes que elas sejam.

A meu ver, existem factores que nos irão ajudar a percorrer os caminhos da vida sem medo, como por exemplo, não irmos contra a nossa essência e não entrarmos em rotura com as nossas estruturas, pois são dois pontos que nos permitirão continuar a ter forças para agarrar as coisas boas que a vida tem para dar. Por mais caminhos que se percorram, a nossa rede (cada um tem a sua, diferenciada e devidamente valorizada das demais áreas da vida) tem de prevalecer para que consigamos atravessar esses caminhos com toda a segurança. Aqui reside o segredo...a manutenção da rede, aquela que nos irá dar suporte para enfrentar tempos mais difíceis.

Mais uma divagação metafísica da Sarita...habituem-se está-me na essência!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Desilusão...um caminho a percorrer

Para existir desilusão é necessário que haja ilusão...Mas caso essa exista, é inevitável que se sofra de desilusão...No entanto se houver uma estrutura forte, sobreviveremos facilmente, ganharemos novas forças e coragem, a nossa base será reforçada pela busca de novas ilusões concretizáveis. A vivência e a dor nela (na desilusão) experimentada tornam-nos cada vez mais fortes e sem medo de voltar a experimentar, de viver, de arriscar, mesmo que novas desilusões se revelem. Mas não sejamos parvos em pensar que os mesmos erros se devam repetir vezes sem conta. Não. Destas vivências/experiências, uma lição, uma aprendizagem devemos retirar, a qual servir-nos-à para o futuro.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Argentina...quem me leva?

Quem me leva daqui para fora até à Argentina a comando de uma BMW R1150 GS? Quem me leva a percorrer aquele país fantástico numa aventura radical com pó e muita emoção à mistura...quero ir... e no final desta viagem quero ser levada 5 dias seguidos para momentos de luxo, num hotel maravilhoso com tudo a que tenho direito, contrapondo assim a minha dualidade. Quem me leva daqui para fora até à Argentina a comando de uma BMW R1150 GS?

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Divortium...a causa do fenómeno


O post anterior já aí longe, por isso decidi não mais o prolongar. No entanto o assunto do divórcio e do porquê existirem em cada vez maior número é merecedor de análise. Não foram as palavras da senhora desta manhã que me fizeram pensar, não mesmo, até porque é algo que já me tem assaltado o pensamento com frequência, este fenómeno se assim o podemos chamar e que muito insistem em relacioná-lo directamente com a falta de amor, mas será essa sua âncora?

Ama-se menos nos nossos dias? Será que o amor do chamado antigamente era diferente do de hoje? Será que a maior causa de divórcio é a falta de amor? Será que havia menos divórcios porque as pessoas sabiam amar melhor e com maior intensidade?

Não acredito que a questão se prenda por aí. Não seria antes o comodismo e as mais diversas sujeições às quais as mulheres se deixam (ou não tinham outra alternativa) submeter que levavam com que o casamento se mantivesse, permanecendo assim os casais juntos, mesmo que o amor faltasse ou já nem mesmo existisse?

Acredito profundamente que em muitos casamentos que se mantiveram e que ainda hoje existem, não era/é o amor a uni-los e a fazer prevalecer a relação, mas sim a existência de uma conveniência. Acredito também que a razão que noutros tempos levou muitos casais a manterem-se juntos por muito tempo, em alguns casos até à morte do outro, nada tinha a ver com o amor, mas sim com condicionantes sociais, morais, familiares, físicas, económicas, religiosas, entre outras. Muitos viveram situações de frustração por não conseguirem sair de casamentos falhados ou mesmo agonizantes, mantendo-se neles de forma estóica, mesmo estando a sofrer.

Na minha perspectiva não é a falta de amor que está na raiz da proliferação dos divórcios, mas sim a mutação dos tempos e das mentalidades que tem criado uma abertura para que sejamos capazes de nos assumirmos, sabermos quem somos, sabermos onde e como queremos estar, sem que sejamos obrigados a viver situações de falsidade ou alimentar um desamor.

Conflito do divórcio ou de gerações?


É um tema sobre o qual cada vez se fala mais e uma interrogação para a qual muitos procuram uma resposta. Porque razão existem mais divórcios?

A pergunta coloca-se, porque constata-se que nos tempos actuais ocorrem cada vez mais divórcios. É uma verdade estatística. No entanto os factos que levam ao divórcio são outros 300...que muitas vezes, na discussão em busca da resposta, gera muitos conflitos entre partes.

Hoje ouvi duas senhoras em conversa no café, não sei se era uma conversa ou monólogo, atendendo que só uma delas falava, mas chamemos-lhe conversa tendo em conta que envolvia a presença entre dois seres. Esta conversa ocorreu pela manhã enquanto tentava, tranquilamente, prosseguir com a leitura do meu jornal. Uma delas indagava-se, num tom muito chocado... e uns decibéis acima dos por mim desejados, como era possível que nos tempos de agora, expressão por ela usada, existissem tantos divórcios principalmente provocados a pedido de mulheres!!?? Seguiu na sua “inteligente” dissertação, sem dar qualquer hipótese de resposta à amiga...que a sua nora tinha recentemente pedido o divórcio ao filho, com uns comentários pelo meio, tais como "coitadinho e ele que é tão bom rapaz", entre outras coisas mais, reforçando que antigamente nada disto acontecia, que as pessoas se amavam mais do que agora, acrescentando que as facilidades dos tempos actuais proporcionam a este acontecimento, que o problema reside na independência profissional da mulher, apontando-o como principal factor para a dissolução dos casamentos, assim como a liberdade de pensamento e de estilo de vida dado à mulher seria outra causa para se ter chegado a este ponto, etc, etc, etc.

À medida que se ia entusiasmando com seu rebuscado processo mental, olhava em redor em busca de sinais visuais que corroborassem a sua exposição ou estimulassem algum tipo de discussão mais quente...mas no seu raio de visão só se encontravam duas pessoas, a amiga e eu, que me encontrava na mesa mesmo em frente, sendo que a primeira demonstrava sinais de concordância, não por palavras, mas num balançar afirmativo regularmente cadenciado da sua cabeleira empestada de laca, foi em mim que a senhora posou o olhar...e por mal dos meus pecados foi no preciso momento em que levantei os olhos do jornal para tirar a pinta das "catatuas" que não paravam de tagarelas ruidosamente e que perturbavam a minha concentração, desviando assim a atenção do conteúdo do jornal, foi quando esbarrei com olhar da Ave Mestra, passemos-lhe a chamar assim... Pensei com os meus botões...já está, foste catada!! Ainda procurei disfarçar, em vão, com um olhar abstracto daqueles “catatónicos” quando estamos a olhar para o infinito, mas ela topou-me a pinta, tirou-me as medidas certinhas...foi de tal ordem que a senhora ou mesmo estafermo, se me permitem que assim a apelide, me incomodou ao ponto de me retirar da esplanada. Não vos vou contar o teor da conversa dali para a frente, apenas adianto que não teci qualquer comentário, não me tendo sequer envolvido na conversa, mas o que dali para a frente se conseguiu reproduzir vindo daquela fonte, foi demasiado para mim, tanto que a minha expressão facial já começava a denunciar o que me ia no intimo...sendo este o objectivo da Ave Mestra, provocar a "piquena" da mesa da frente que apresentava o perfil idêntico ao da mulher do filho. Na impossibilidade de dizer aquelas coisas à nora, encontrou em mim o bode expiatório...isto à com cada uma! Há por aí mentes muito rebuscadas e quando a essa característica se acumula uma dose, forte, muito forte, de frustração...se por acaso alguma vez tiverem uma pega de caras com alguém deste estilo e não estiverem para grandes aborrecimentos ou trabalhos, o melhor é desviarem-se do caminho deles e deixarem-nos seguir o deles até se estatelarem! Foi o que fiz e confesso que tive de refrear os meus instintos, mas agora analisando melhor, a minha postura foi exemplar. Estou orgulhosa! Divorciei-me daquela imaculadamente!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Humor de urso

O dia acordou chuvoso...e eu acordei com acidez mental...por outras palavras, mau humor. A foto escolhida defini bem o temperamento que hoje reina em mim...podia mesmo dizer que estou com humor de urso!

sábado, 17 de janeiro de 2009

1,2,3,4..aqui estou...5,6,7,8..fui

Sex machine...1234, GET UP...!!!
Ao ritmo frenético deste tema histórico de James Brown dou início à minha sessão de hoje no mundosarita. Não sei bem o que vou escrever, mas como este espaço é o meu comprimidinho azul...por assim dizer...onde me liberto e solto a minha essência através da escrita. Aqui partilho os meus interesses e os meus moods. Só lê quem quer, aqui não existe consumo obrigatório.
Morcheeba...Rome wasn't built in a day... in house...sem cá faltar um copo de red wine.
Estava eu a dizer que partilho as minhas idiotices, correcto!? Pois é, nem imaginam o que já aqui escrevi neste post, mas acabei por apagar porque achei que era to much...algo sensorável. Tenho destas coisas, muitas vezes começo a dissertar sobre algo e depois...delete...mas sabe-me bem passar o que me vai na alma para o teclado e ver isso reflectido no monitor, mesmo sabendo à partida que esses conteúdos nunca chegarão a ser publicados e que dentro de alguns minutos sofram uma autocensura...coisas minhas.

Dream Machine..Dj Mark Farina...really good music...
E assim se gastam umas linhas sem nada para dizer. Analisando melhor até sei porque razão por aqui passei hoje...sinto-me bem quando por aqui passo. Sei que mais tarde ou mais cedo alguém vai dar conta que aqui estive e vai gostar que o tivesse feito. Por vezes parece que estamos mais sozinhos quando acompanhados...talvez seja esse o caso de hoje...por isso passei aqui...para me sentir melhor acompanhada.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Tempus fugit


O tempo foge, vai passando por nós a uma velocidade que quando nos apercebemos dele, já lá vai, foi, já passou. As vivências, as experiências que estamos a viver, rapidamente passam a pertencer ao passado e em nós se instala uma imensa nostalgia. O nosso pensamento é invadido por memórias de tempos vividos que por nosso prazer se perpetuariam, mas o tempo não permite que uma realidade concreta viva eternamente, apenas a nossa memória tem a capacidade de prolongar no espaço e no tempo conceitos abstractos...os pensamentos. A força dos pensamentos é difícil de quantificar, assim como o impacto que provocam no nosso íntimo, a incrível capacidade que têm de nos alimentar a alma e até mesmo o corpo está ainda por explicar.

O tempo passa e o momento aproxima-se... As memórias invadem-nos e tomam conta de nós e o momento passa, sem que fossemos capazes de agir... O tempo foge, passa por nós e deixa-nos marcas. Umas ficam para sempre, outras desvanecem-se, esfumam-se, sem esforço passam a pertencer a um passado desconhecido... O tempo passa...e eu aqui estou.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Teoria do enamoramento


O enamoramento não é uma simples paixão, é um processo no qual dois indivíduos se libertam dos afectos anteriores e formam uma nova e ardente comunidade amorosa. Vivem uma experiência de renascimento, uma explosão de criatividade e espontaneidade, partilhando as suas histórias e vivências anteriores, podendo ou não chegar a concretizar o seu desejo um pelo outro. Se compreendermos verdadeiramente a natureza desse enamoramento poderá ser possível encontrar o caminho para um amor profundo e duradouro?

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Saldo positivo após 2 anos

Bonne année a todos!!!

Ano novo, vida nova! É um ditado muito popular que no meu caso se aplica na perfeição.
A propósito, quero aqui partilhar convosco algo muito pessoal que até agora com poucos partilhei. Não sei se é de estar a ouvir o fado de Mariza, que me toca especialmente, talvez seja, quem sabe? Mas não é por isso que não deixa de ser uma verdade sentida o que se segue.
Deixei a agência na qual trabalhava e agora lancei-me como independente, por outras palavras, como patrona de mim mesma. Mas nutro uma grande admiração pelos meus anteriores directores. Cada um no seu estilo, os melhores RPs que até hoje conheci. Os meus colegas...simplesmente fabulosos, todos eles magníficos profissionais e que sabem o que é trabalhar em equipa! Foi uma boa esperiência a que tive durante estes últimos 2 anos, mesmo nos momentos mais duros, o saldo é mais do que positivo.

Agora tenho pela frente um desafio "gigante" que me está a dar imenso gozo, novas áreas a explorar, novos skills que vou descobrindo existirem em mim...muito interessante!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Carta ao Pai Natal 2008

Chegou a altura do ano de escrever a minha carta ao Pai Natal, à semelhança do ano passado, recordam-se?

Querido Pai Natal,

Aqui estou eu de novo desde o ano passado, altura em que retomei a tradição de lhe escrever uma cartita. Muitas coisas se têm passado na minha vida e uma vez mais estou convicta que me tenho portado de forma exemplar. Sinto que sou uma pessoa cheia de sorte, muito afortunada e merecedora das coisas boas que a vida me tem dado.

Este ano tenho uma lista de presentes que não se traduzem em bens materiais. São coisas muito preciosas, sem dúvida, e no meu ponto de vista são também extremamente válidas.

O que mais desejo é:

- Harmonia familiar, muitos e bons momentos passados junto da minha família, pois não sei o que é a felicidade longe dela;
- Muita saúde para todos aqueles de quem tanto gosto e para todos aqueles de quem gosto e que não se encontram no seu melhor, gostaria que recuperassem rapidamente.
- Receber muito amor do meu marido e da minha princesinha e dar-lhes em dobro aquilo que deles recebo;
- Ter mais tempo para dar apoio à minha mãe, que sempre dedicou tanto amor e atenção aos seus filhos;
- Estar sempre disponível para os meus amigos e família, sempre que estes precisem de mim;
- Que este novo ciclo de vida, que irei iniciar a partir de Dezembro, corra pelo melhor e que seja repleto de sucesso;
- Que esta fase negra da economia internacional passe bem rápido;
- Que as pessoas se respeitem mais umas às outras e sejam menos egoístas;
- Que o ser humano aprenda a viver em harmonia e simbiose com a natureza, preservando-a, e com todas as espécies que por cá andam sem as mal tratar.

Pai Natal, o que na verdade desejo em parte é utópico, bem sei, pois gostaria que não existisse desigualdade, que todos se respeitassem, que a grande parte dos seres humanos tivesse outra postura em relação aos seus iguais e às outras espécies que o rodeiam, e que neles morrassem características mais nobres como se encontram por aí em certas pessoas exemplares nesse campo e que são uma excepção. Talvez alguns destes pedidos que aqui lhe faço não estejam ao seu alcance ou mesmo não façam parte do seu campo de actuação...mas é isso que desejo e que gostaria que este Natal se realizasse.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Progress...Technology... HiTech...MP3…

A tecnologia ao serviço da indústria tem vindo a evoluir a um ritmo assustador. As marcas têm criado novos produtos cada vez mais inovadores e que respondem às necessidades dos seus consumidores...podia agora dissertar sobre este assunto, pois muito tem para ser explorado, em vertentes que nos afectam directamente e que de certa forma condicionam o nosso comportamento enquanto consumidores e seres individuais. No entanto quando pensei em escrever este post foi apenas para dar conhecimento de uma nova tinta que surgiu no mercado há pouco tempo, tão completa que quase faz a vez de tantas outras que se encontram no mercado. Mas enquanto pensava na abordagem que iria fazer desta novidade, comecei a dissertar com os meus botões sobre toda a evolução da tecnologia, o destino que lhe é dado, como é posta ao nosso serviço, como tem alterado os nossos hábitos e como as gerações mais novas serão inevitavelmente influenciadas por este Monstro. Monstro, não por ser algo mau ou negativo, e com isto não quero dizer que não o seja, mas, Monstro por ser imenso no seu campo de actuação, algo que nos ultrapassa e sobre o qual já não temos controlo. Quer queiramos, quer não, a evolução tecnológica veio para ficar e se expandir a todos os níveis que implicam com a existência humana.

As marcas criaram novos produtos em respostas das necessidades que identificam junto dos consumidores, outras trazem ao mercado novos produtos com o objectivo de fazer nascer novas necessidades junto do seu público. Os consumidores são permeáveis, aderem, mais ou menos, mas aderem. Em relação a certos produtos ou gadgets, os consumidores chegam mesmo a ficar dependentes deles, a não conseguirem passar um dia sem o uso desses produtos. Sabemos que esses tais produtos não preenchem as necessidades básicas do homem, e que só se encaixam no topo da Pirâmide criada por Maslow, naquela parte em que as “fatias são bem mais pequenas”. Mas na realidade, na prática esses “instrumentos” da vida moderna acabam por ter uma importância cada vez maior, sendo que a sua fatia está a ganhar mais terreno na pirâmide das necessidades do homem moderno. Este comportamento compulsivo e de pura dependência, tornou-se aos olhos de muitos, um comportamento banal, comum, ordinário.

Não serão estes novos hábitos, uma forma compulsiva a que nos dedicamos ao consumo de determinados produtos, na realidade, um desvio, um escape? Um novo formato de dependência, sem uso de estupefacientes, que nos intoxicam e que mais tarde iremos sentir os seus efeitos adversos?

Sei que o meu blog tem sido dedicado a assunto ligeiros e muito ligado ao universo mais esteta e feminino, mas não podia de deixar de partilhar a minha reflexão sobre este assunto. Contudo, senti-me na obrigação de refrear e minha dissertação, para não me tornar ainda mais extensa e roçar o aborrecido.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Hoje é daqueles dias...que fazemos uma revisão da nossa vida

Existem dias e dias...e hoje é daqueles dias. Daqueles dias em que fazemos uma revisão da nossa vida, das nossas prioridades e chegamos à conclusão, já anteriormente constatada, que algo tem de mudar. Após mais um fim de semana em formação de coaching, para obtenção do certificado internacional desta prática, e a aplicação de algumas técnicas de coach a mim mesma, as ideias arrumam-se com grande facilidade e muita simplicidade.


Adoro a minha profissão, a minha área de actividade, no entanto, sinto necessidade de progredir, de dar o salto qualitativo em termos profissionais. Para dar este salto decidi munir-me de ferramentas, de mais know-how e assim adquirir conhecimento numa área complementar à minha. Avancei para a formação em novas áreas. Mas, munirmo-nos de novas ferramentas por si só, não é suficiente para dar o salto, é também preciso que a instituição na qual estamos inseridos acredite e aposte em nós, no nosso potencial e que nos dê condições de desenvolver novas áreas de actuação, as quais obviamente tragam retorno.
Confesso que estou farta de mudanças, nos últimos 2 anos a minha vida sofreu muitas alterações, quer no campo pessoal, quer no campo profissional. Agora quero trabalhar num sentido - na manutenção da estabilidade e no aumento do grau de satisfação nas diversas áreas da minha vida... mas pergunto-me se isso será possível, sem que uma vez mais a minha área de alavancagem (aquela área da vida que influência o grau de satisfação das outras e que serve de motor das mesmas) não sofra alterações/mudanças... Espero que não, tudo dependerá das evidências com que me irei deparar. Nenhum de nós sabe o que o futuro nos reserva!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Bati com o nariz na porta do colégio!

Foi o que aconteceu hoje, por isso decidi escrever uma carta à direcção da escola para ser entregue dia 6.
Aqui fica (oculto info nesta versão, intencionalmente, pois isto da Web não é de confiança e devemos preservar alguns dados):
Venho por este meio manisfestar o meu desagrado, quando no passado dia 4 de Fevereiro de 2008, dia útil do calendário, me desloquei até ao colégio para deixar a M para mais um dia de escola e assim seguir para o escritório. Foi com muita surpresa que constatei que se encontravam fechados.

Tendo em conta que esta situação, do fecho da escola nesta data, não me foi comunicada previamente (quer verbal, quer por escrito), podem imaginar o transtorno que me causou. Atendendo que este dia não é uma data especial do calendário e que a tolerância de ponte não é uma imposição oficial e generalizada ao mercado nacional, muitas das empresas e seus colaboradores desempenham a sua actividade com toda a normalidade, como foi o meu caso e do pai . A agravar esta situação, na semana antecedente havia ligado para a secretaria do colégio para me informar em que altura este fechava as suas portas, de maneira a poder organizar o meu calendário profissional e fora informada que a vossa instituição apenas fecharia portas no mês de XXX, nos feriados nacionais e municipais. Nada me foi comunicado sobre a data de 4 de Fevereiro, a qual não consta no calendário nacional quer como feriados nacional, quer como feriado municipal ou associada a alguma efeméride.

Compreendo que o colégio tenha dado este dia aos seus profissonais para que pudessem gozar de um fim-de-semana prolongado, que bem o merecem. No entanto, os serviços mínimos deveriam ser garantido aos pais que, num dia útil do calendário, estão no activo e precisam de deixar as suas crianças entregues à instituição educativa na qual têm os seus educandos inscritos. Esta é uma sugestão que vos deixo e espero que ponderem adoptá-la no futuro, assim como, uma comunicação oficial, a informar os pais do fecho da escolha em dias como este.